Federico Franco deverá deixar comunidade internacional em segundo plano
"Sou o responsável por garantir que não vai ocorrer uma guerra civil", afirmou o líder em um encontro com a imprensa internacional, no qual reiterou que assumiu o poder para preencher o vazio com a saída de Lugo e que o Paraguai vive um clima de normalidade.
Em seu escritório no Palácio Presidencial, Franco disse se não tivesse assumido após a destituição de Lugo pelo Senado teria ocorrido um "derramamento de sangue", porque o país não estava "em condições" de ficar "três, quatro ou cinco meses sem eleições". Franco afirmou ainda que não tem intenção de antecipar as eleições.
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"Se Deus e Nossa Senhora permitirem, e também com ajuda dos senhores, os meios de comunicação internacionais, vamos entregar meu governo em 15 de agosto de 2013", manifestou.
O líder anunciou que "em uma semana" seu Executivo vai fazer "tudo" o que não foi feito nos últimos quatro anos. Em relação ao pronunciamento de Lugo de que vai convocar manifestações pacíficas no país, Franco disse que o ex-mandatário "está ainda dolorido", mas que como "é um homem de igreja, de reflexão", vai ter um "momento de iluminação e vai avaliar os custos e os benefícios no momento de tomar suas decisões".
Seu "desafio" agora, reiterou, é demonstrar "à comunidade internacional com fatos, mais do que com palavras, que este é um governo absolutamente democrático, constitucional".
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